quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

já era hora de publicar a carta de clã 2013-14 :)

CARTE DE CLÃ
Os 10 mandamentos da IV

De nós, por nós e para nós!

Os caminheiros das tribos Aristides Sousa Mendes e Jesus Cristo, reunidos em Conselho de Clã no dia 20 de Outubro de 2013, pelas 10:00horas no respectivo albergue na sede de agrupamento, aprovaram por maioria a sua carta de clã para o ano escutista de 2013/2014.


  1. A cada 3 conselhos de tribo existe 1 conselho de clã na reunião de domingo de piedade;
  2. A 15 dias de uma actividade tem de estar definido o Programa da Actividade e quem vai ou não à mesma;
  3. Criação e gestão de uma equipa de oração e organização de tempos litúrgicos;
  4. Manter o contacto com o Guia, Chefe ou secção através de email, telemóvel ou facebook até 15dias com falta presencial, caso não o faça será penalizado na próxima actividade;
  5. Criação do sistema de “apadrinhamento” para os noviços e aspirantes, no sentido de melhor fazermos um acompanhamento e integração ao seu desenvolvimento pessoal no painel de progressos;
  6. Dinamizar o agrupamento na reunião de piedade com um jogo, um aplauso e um quebra-gelo a cada 4 meses;
  7. Disponibilidade de prestar serviço nas outras secções quando for solicitado e não interferindo com a vida do Clã;
  8. Dinamizar pelo menos uma actividade, por ano, no agrupamento;
  9. Frequentar pelo menos uma actividade de núcleo;
  10. Dar ênfase nas actividades a valores como: partilha, solidariedade e não ao individualismo.

sábado, 30 de novembro de 2013

Voltamos à "blogatividade" :)

OLÁ OLÁ!!!!
Voltamos à blogatividade! 
Assim vamos começar por vos dizer pequeninas coisas e o que andamos a fazer...

a caminhada para este ano irá ser descrita mais à frente mas ficam já a saber o tema: 

De nós, por nós e para nós

“Não somos o que deveríamos ser; Não somos o que queríamos ser; Mas graças a Deus, não somos o que éramos.
 Martín Luther King

assim sendo.. este fim de semana já estamos em atividade na sede do agrupamento, casa paroquial de arcozelo, com os pioneiros do nosso agrupamento....
logo à noite vamos sair em caminhada com a caminhada organizada pelo Condado d'Ávila, projeto a desenvolver do Rubro Vivo'13...

ficam aqui algumas fotos do já nosso limpo campo!






domingo, 18 de setembro de 2011

Acção de recrutamento de adultos voluntários


Quem somos?
O Escutismo é um Movimento Mundial (abrange mais de 216 países e territórios) com o objectivo de contribuir para a educação integral dos jovens, integrando o seu desenvolvimento intelectual, afectivo, social, espiritual, físico e de carácter.
É mesmo isto! Cada uma destas palavras não se fica pelo papel. Nós pensamos em todas elas desde o momento em que estamos em casa a planear a reunião até à maneira como atribuímos uma responsabilidade ao mais refilão ou fazemos uma brincadeira ao mais tímido.


É nosso objectivo que cada jovem seja protagonista do seu próprio crescimento, para que se sinta plenamente realizado e desempenhe um papel construtivo na sociedade.
Não andamos quilómetros com uma mochila às costas porque é “giro”, mas porque sabemos as competências que um conjunto de jovens pode atingir se, em conjunto, conseguir resolver problemas na adversidade, ajudar os que têm mais dificuldades, orientar-se no campo, desenvolver estratégias de autonomia, despojar-se do acessório e deslumbrar-se com o que Deus lhe oferece na Natureza.


A dimensão espiritual e a formação cristã
O CNE é um movimento da Igreja Católica que nasceu em Braga a 27 de Maio de 1923. Foram seus fundadores o Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos e Dr. Avelino Gonçalves.


O Nosso Agrupamento
Há 33 anos, o nosso agrupamento foi o 595º a nascer em Portugal e entretanto já vimos tantos jovens tornarem-se Homens-Novos.

O que procuramos?
Alguns dos tópicos do "Perfil Básico do Adulto" que necessitamos são a responsabilidade, abertura, competência, adesão e missão.
FAQs
(Algumas perguntas que lhe poderão passar pela cabeça)

Porque estamos a recrutar?
1.      Porque temos actualmente poucos dirigentes para os trabalhos exigidos pelo grupo de escuteiros que o nosso agrupamento tem;
2.      Para dispormos de novas ideias.

Como é que um adulto que nunca foi escuteiro aprende o método escutista?
Aprendemos toda a vida! É verdade, e para integrarmos inteiramente os novos escuteiros adultos, o CNE tem vários cursos que facilitarão a aprendizagem.

Todos os adultos que se voluntariem, assumem um compromisso?
Sim. A nossa missão implica SERVIR de forma comprometida. Mas isto não significa que tenhamos de ser todos chefes de secção. Há muitos cargos e funções desde tesoureiro, secretário... O importante é termos equipas de trabalho onde os elementos se complementem.

Se eu me voluntariar, quais são os passos que se seguem?
Começaremos por trocar mais informações entre ambas as partes e faremos algumas reuniões com os actuais dirigentes do nosso agrupamento. Se o interesse continuar, o novo adulto voluntário pode inscrever-se nos cursos apropriados para se tornar dirigente do CNE ou assumir outra responsabilidade.

O que ganharei se me associar ao CNE?
Vou ganhar muito tempo da minha vida, com certeza, dedicado a uma boa causa que me fará uma pessoa mais realizada e por isso, mais feliz.



Para mais informações entre em contacto connosco através do e.mail     agrup595arcozelo@gmail.com

sábado, 14 de maio de 2011

Simbologia

Vara Bifurcada


Símbolo da necessidade de fazer ou renovar as suas opções, sinal de que o Caminheiro se compromete a aderir ao projecto das Bem-aventuranças.












Mochila


Onde transporta apenas o essencial para a jornada.

Simboliza o seu desprendimento e a sua determinação de ir sempre mais além.








Tenda


Sinal da mobilidade e da sua rapidez de se pôr em marcha.

Na Bíblia a tenda é um sinal da presença de Deus no meio do seu povo.







Pão


Transportado na mochila, alimenta o corpo, dado em partilha e comunhão.








Evangelho


O pão do Espírito, anúncio da Boa Nova de Cristo.









Fogo




Sinal da descida do Espírito Santo.


É o fogo que ilumina e aquece o peregrino durante a sua caminhada.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

-Acampamento 26/27 Março


Depois de o S.Pedro não nos ter ajudado em relação à chuva tivemos de dar uso ao plano B e acampantonar na sede.
Talvez o s.Pedro não tenha sido assim tão mau porque tal como já diz o velho ditado, deus escreve certo por linhas tortas....
Assim, este acampamento resultou na limpeza e arrumação da sede e o mais importante para nós: a Carta de Clã

Para aqueles que a quiserem ver é só irem até à sede e consultar o jornal de parede!!!
Canhotas dos Caminheiros

terça-feira, 29 de março de 2011

-Via Sacra-

Primeira Estação
Jesus no Jardim das Oliveiras



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

«Chegaram a uma propriedade chamada Getsémani, e Jesus disse aos discípulos: «Ficai aqui enquanto Eu vou orar.» Tomando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir pavor e a angustiar-se. E disse-lhes: «A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai.» Adiantando-se um pouco, caiu por terra e orou para que, se possível, passasse dele aquela hora. E dizia: «Abbá, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Mas não se faça o que Eu quero, e sim o que Tu queres.»
Mc 14, 32-26

Comentário:
Depois da Última Ceia, Jesus está em grande sofrimento. Ele sabe bem que o esperam dias e horas muito difíceis. Todavia, Jesus reza ao Pai. E obedece à sua vontade.

Reza-se o Pai Nosso


Segunda Estação
Jesus, traído por Judas, é preso



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

«E logo, ainda Ele estava a falar, chegou Judas, um dos Doze, e, com ele, muito povo com espadas e varapaus, da parte dos sumos sacerdotes, dos doutores da Lei e dos anciãos. Ora, o que o ia entregar tinha-lhes dado este sinal: «Aquele que eu beijar é esse mesmo; prendei-o e levai-o bem guardado.» Mal chegou, aproximou-se de Jesus, dizendo: «Mestre!»; e beijou-o. Os outros deitaram-lhe as mãos e prenderam-no.
Mc 14, 43-46

Comentário:
Um dos amigos de Jesus, dá-lhe um beijo. Um beijo que devia significar amizade, mas que de facto foi um sinal de traição.

Reza-se o Pai Nosso


Terceira Estação
Jesus é condenado pelo Sinédrio



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Ora os sumos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam um testemunho contra Jesus a fim de lhe dar a morte, mas não o encontravam. O Sumo Sacerdote interrogou Jesus: “És Tu o Messias, Filho do Deus Bendito?” Jesus respondeu: “Sou!” E todos sentenciaram que era réu de morte.
Mc 14, 55; 60-62; 64

Comentário:
Bem de manhãzinha, como de costume, Jesus estava acordado. E foi chamado a responder, diante das autoridades religiosas daquele tempo. Jesus ouve do que não gosta. É acusado injustamente. E cala-se. O seu olhar de amor fala por si.

Reza-se o Pai Nosso



Quarta Estação
Jesus é negado por Pedro



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

E logo cantou o galo pela segunda vez. Pedro recordou-se, então, das palavras de Jesus: «Antes de o galo cantar duas vezes, tu me terás negado três vezes.» E desatou a chorar.
Mc 14, 72

Comentário:
Pedro faz de conta que não conhece Jesus. Acorda, de manhã cedo, e começa logo a negar que é amigo de Jesus.

Reza-se o Pai Nosso



Quinta Estação
Jesus é julgado por Pilatos



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Eles gritaram ainda mais: «Crucifica-o!» Pilatos, desejando agradar à multidão, soltou-lhes Barrabás; e, depois de mandar flagelar Jesus, entregou-o para ser crucificado.
Mc 15, 14-15

Comentário:
Logo de manhã, Jesus é interrogado e julgado pelo poder político do seu tempo. Jesus não responde às provocações. Apesar de ser «rei» não se arma, com poder e triunfo. Até o próprio Pilatos, reconhece que Jesus não fez nada de mal.

Oração:
Senhor, as minhas escolhas nem sempre são fáceis. Nem sempre
consigo acertar naquilo que é correcto e é da Tua vontade.
Peço que me ajudes a ter maior consciência daquilo que é o melhor
para mim e o mais correcto para todos. Peço que me ajudes a ser forte nas
decisões que tomo.



Sexta Estação
Jesus é flagelado e coroado de espinhos



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Pilatos, desejando agradar à multidão, soltou-lhes Barrabás; e, depois de mandar flagelar Jesus, entregou-o para ser crucificado. Os soldados levaram-no para dentro do pátio, isto é, para o pretório, e convocaram toda a coorte. Revestiram-no de um manto de púrpura e puseram-lhe uma coroa de espinhos, que tinham entretecido. Depois, começaram a saudá-lo: «Salve! Ó rei dos judeus!» Batiam-lhe na cabeça com uma cana, cuspiam sobre Ele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele.
Mc 15, 17-19

Comentário:
Começam a doer mais os sofrimentos de Jesus. Jesus sabe que aquele dia, vai ser muito difícil. Mas deixa-se guiar pelo amor.

Reza-se o Pai Nosso



Sétima Estação
Jesus é carregado com a cruz



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Depois de o terem escarnecido, tiraram-lhe o manto de púrpura e revestiram-no das suas vestes.
Mc 15, 20

Comentário:
Ainda de manhã, Jesus carrega a Cruz. E é triste vê-lo sem o seu manto. Ficar quase nu, à vista de todos.
Reza-se o Pai Nosso



Oitava Estação
Jesus é ajudado pelo Cireneu a levar a cruz



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Para lhe levar a cruz, requisitaram um homem que passava por ali ao regressar dos campos, um tal Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo.
Mc 15, 21

Comentário:
Jesus aceita a ajuda de um homem, para levar a sua Cruz.

Reza-se o Pai Nosso



Nona Estação
Jesus encontra as mulheres de Jerusalém



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Seguiam Jesus uma grande multidão de povo e umas mulheres que batiam no peito e se lamentavam por Ele. Jesus voltou-se para elas e disse-lhes: «Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos;
Lc 23, 27-28

Comentário:
As mulheres estavam bem próximas de Jesus. E Jesus olha para elas, com amor. Lembrando que é mais triste pecar e ofender a Deus, do que carregar uma Cruz.

Reza-se o Pai Nosso



Décima Estação
Jesus é crucificado


V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Depois, crucificaram-no e repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para ver o que cabia a cada um.
Mc 15, 24

Comentário:
Foi tudo muito rápido. Queriam dar a Jesus uma espécie de vinagre, para prolongar os sofrimentos. Jesus não quis beber. E aceitou a companhia de dois ladrões.
Reza-se o Pai Nosso

Oração:
Perdoai, Senhor, todos os que me ofendem.
Dai-me força para admitir os meus sentimentos
e ser feliz com os que me amam.



Décima Primeira Estação
Jesus promete o Seu reino ao bom ladrão



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Ora, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-o, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-te a ti mesmo e a nós também.» Mas o outro, tomando a pala- vra, repreendeu-o: «Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? E acrescentou: «Jesus, lembra-te de mim, quando estiveres no teu Reino.» Ele respondeu-lhe: «Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso.»
Lc 23, 39-40; 42-43

Comentário:
Jesus não está a pensar só nos seus sofrimentos. Ele é capaz ainda de olhar para o lado e de ver o sofrimento dos outros. Ele lembra-se do bom ladrão.

Reza-se o Pai Nosso



Décima Segunda Estação
Jesus na cruz, a Mãe e o discípulo



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Então, Jesus, ao ver ali ao pé a sua mãe e o discípulo que Ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho!» Depois, disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!» E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua.
Jo 19, 26-27

Comentário:
Mesmo com sofrimentos terríveis, Jesus está preocupado com a sua Mãe. José, o pai de Jesus, teria já morrido. Maria estava sozinha, junto de Jesus, quando todos os outros fugiram e se esconderam com medo. Jesus confia a sua Mãe a um amigo muito especial. E confia o seu amigo, à sua Mãe.

Reza-se o Pai Nosso



Décima Terceira Estação
Jesus morre na cruz


V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

E às três da tarde, Jesus exclamou em alta voz: «Eloí, Eloí, lemá sabachtáni?», que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste? Um deles correu a embeber uma esponja em vinagre, pô-la numa cana e deu-lhe de beber, dizendo: «Esperemos, a ver se Elias vem tirá-lo dali.» Mas Jesus, com um grito forte, expirou.
Mc 15, 34. 36-37

Comentário:
Façamos silêncio. Ouvimos a nossa respiração. Jesus morreu para ressuscitar e fazer respirar o seu amor no nosso coração. (silêncio total)

Reza-se o Pai Nosso



Décima Quarta Estação
Jesus é colocado no sepulcro



V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

Este, depois de comprar um lençol, desceu o corpo da cruz e envolveu-o nele. Em seguida, depositou-o num sepulcro cavado na rocha e rolou uma pedra sobre a entrada do sepulcro.
Mc 15, 46

Comentário: Jesus está sepultado. É como uma semente de trigo que é lançada à terra. Aí morre, para dar muito fruto.

Reza-se o Pai Nosso



Décima Quinta Estação
Jesus Ressuscita

V.: Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.
R.: Porque com a Vossa santa cruz remistes o mundo.

No primeiro dia da semana, ao romper da aurora, foram ao sepulcro levando os perfumes que haviam preparado.
Encontraram a pedra do túmulo removida e, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Estando elas perplexas com o caso, apareceram-lhes dois homens em trajes resplandecentes.
Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, eles disseram-lhes: «Porque buscais entre os mortos Aquele que vive? Não está aqui; ressuscitou! Lembrai-vos de como vos falou, quando ainda estava na Galileia, dizendo que o Filho do Homem havia de ser entregue às mãos dos pecadores, ser crucificado, e ressuscitar ao terceiro dia».